Quais são as causas das disfunções sexuais?

Várias são as causas que para uma maior compreensão didática e são dividas em vários grupos. Condições médicas em geral podem ser causas diretas ou indiretas desses distúrbios. Doenças vasculares associadas com diabetes pode levar a uma diminuição da excitação sexual; doenças do coração e pulmões podem dificultar a atividade sexual devido à falta de ar que essas pode causar; incontinência urinária pode levar a desconforto e vergonha diminuindo a atividade sexual. Tratamentos adequados das doenças crônicas podem levar a uma melhora clínica facilitando a atividade sexual.

O uso de drogas, sejam elas ilícitas, devido à auto-medicação ou necessárias para tratamento de alguma condição médica (antidepressivos, ansiolíticos, lítio, digoxina, alguns anti-hipertensivos, contraceptivos orais, anti-alérgicos, etc), cigarro, álcool também são responsáveis por distúrbios sexuais. Problemas ginecológicos contribuem fisicamente para dificuldades sexuais: cistite, câncer de mama (diminui a simbolização sexual feminina) e outras malignidades. As mudanças ginecológicas durante a vida de uma mulher podem mudar sua sexualidade: puberdade, gravidez, período pós-parto e climatério.

Na puberdade, podem haver problemas quanto à identidade sexual, imaturidade psíquica e orgânica que gera incertezas e inseguranças. A gestação e período pós-parto estão geralmente associados com uma diminuição do desejo sexual que pode se prolongar na lactação. O estado de hipoestrogenismo (diminuição de estrógeno – um hormônio feminimo muito importante na regulação do ciclo menstrual dentre várias outras coisas) desencadeado pela menopausa pode levar a alterações no humor, ressecamento da vagina o que pode trazer além de uma diminuição do desejo sexual, alguma dor com relação ao ato em si (dispareunia).

Abordagem Básica para o Tratamento

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Educação – procure informações do seu médico sobre a anatomia, funções dos órgãos, mudanças corporais, para que se possa entender melhor o funcionamento do seu corpo. Peça a seu médico, informações escritas através de folhetos e discuta suas dúvidas abertamente.

Estimulação e diminuição da rotina – use materiais eróticos que possam promover uma maior excitação, a masturbação pode aumentar a familiaridade com o parceiro e aumentar as sensações prazerosas, a comunicação durante o ato sexual pode ter o mesmo papel, a mudança de horários e locais do ato sexual pode ser outra alternativa.

Técnicas de Distração – fantasias eróticas ou não, contração e relaxamento dos músculos pélvicos durante o ato sexual.

Troca de carícias não coitais – fazer massagens sensuais em locais diferentes dos órgãos genitais com a comunicação entre os parceiros sobre como sentem durante tais manipulações, pode promover um maior conhecimento dos desejos mútuos.

Diminuir dipareunia (dor à penetração) – pode ser feito através de pomadas a base de lidocaína, banhos mornos antes do ato, agentes lubrificantes, posições que não possibilitem um contato forte do pênis com o fundo da vagina.

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